Afinal que Filmes se Parecem com Videojogos

 
No meio de tanto cinema, vídeos e constantes pensamentos obsessivos relacionados com o «show, don’t tell», eis que me batem à porta com uma proposta baseada no «show and tell». Afinal que Filmes se Parecem com Videojogos é uma curta reflexão acerca das possíveis passadas e presentes relações entre o cinema e o videojogo, sendo ambos para mim idênticos em bastantes aspectos. Mas o que interessa aqui é aquilo que cada um terá de único e específico e como é que o cinema absorve aquilo que o videojogo tem vindo a construir como linguagem própria. Uma reflexão em forma de pensamentos em rajada escritos a partir de uma opinião e várias observações.

Gonçalo Castelo Soares nasceu em 1988, numa agora defunta maternidade no meio de Arroios. Entrou sem saber como e licenciou-se na Escola Superior de Teatro e Cinema em 2009. Mudou-se para Lisboa e deu umas voltas em filmes de Marco Martins, Fernando Lopes, João Pedro Rodrigues, João Rui Guerra da Mata, Bruno de Almeida , Sérgio Tréfaut e Manoel de Oliveira. Como montador, trabalhou em O Fado da Bia de Diogo Varela Silva, Luís de João Lopes e Viagem a Portugal de Sérgio Tréfaut. Foi realizador de uns quantos filmes, alguns deles existentes no espaço cibernauta. Os títulos destes são No Ano da Morte de Kurt Cobain, Bittersweet, Subtitle Girl, O Quarto Crescente de Ana Pessoa, Cavern Club e nos últimos tempos, I'm Not Playing Games Here.