Author: Catarina Patrício

Catarina Patrício (Lisbon, 1980) is an Artist and a Post-Doctoral Fellow in Contemporary Culture and New Technologies at CECL (currently ICNOVA, FCSH-UNL), researching on «Smart City: Cinema, Utopicity and Governmentality for the Post-Industrial City» with a fellowship provided by FCT (Portuguese Foundation for Science and Technology). Lecturer of Anthropology of Space at the Architectural Department at Lusófona University of Humanities and Technology (ECATI-ULHT) since 2010, Catarina Patrício is graduated in Painting from the Faculty of Fine Arts University of Lisbon (FBA-UL: 1998-2003) and has studied photography and engraving as ERASMUS student at the Fachhochschule Bielefeld. In 2008 Patrício completed her master studies in Anthropology of Social Movements at Faculty of Social and Human Sciences University Nova of Lisbon (FCSH-UNL). Patrício holds a PhD in Communication Sciences from FCSH-UNL and her research on Technics, Warfare and Cinema was granted with a fellowship provided by FCT (2009-2014).

A Ficção como Método: Um Conto de Ficção Científica e a Ontologia Orientada por Objectos

Na tentativa de pensar a técnica como algo vivo e pulsante, como o vírus de Burroughs em «Feedback de Watergate para o Jardim do Éden» (1970), Steven Shaviro usa um conto de ficção científica como método de acesso à Ontologia Orientada por Objectos1 – um contemporâneo movimento metafísico que integra várias linhas de pensamento a convergir para uma crítica geral ao antropocentrismo. 
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Entrevista a Pascal Chabot

Catarina Patrício: Porquê o título Simondon du désert?
[Título do filme de François Lagarde, conduzido por Pascal Chabot, dedicado à obra de Gilbert Simondon. Trailer em http://www.youtube.com/watch?v=DB1pe_PFyq8]

 

CP: Segundo André Leroi-Gourhan, muito influente sobre o trabalho de Simondon, para os primeiros hominídeos «a mão libertada pela posição erecta chamou a si ferramentas». 
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Notas sobre a Mecanologia de Gilbert Simondon

Numa arrebatadora «inveja» do movimento natural do mundo, o Homem montou um «exército» de objectos por si talhados, perigosos mas suficientemente domesticados, prontos para consigo manobrar e tornear as curvas da Terra, disse Marinetti1. Longe de considerar a técnica como instaladora de domínio e controlo do ser humano sobre o mundo natural, na mecanologia de Gilbert Simondon a técnica vive na ressonância entre natureza e sujeito, assumindo-se como a interface que quebra a clássica bipolaridade entre sujeito e objecto. 
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