Author: João Pinheiro

Licenciado e Mestre em Filosofia pela FLUL, Mestre em Política Global pela Universidade de Durham e Membro Integrado Não-Doutorado do CFCUL. Em 2020 é doutorando em Filosofia pela Universidade de Bristol e bolseiro FCT [A Hypothesis about the Natural Reason of Cosmopolitanism, SFRH/BD/145291/2019]. Actualmente, a sua investigação versa sobre os fundamentos naturais da filosofia moral e política global, com especial ênfase nos contributos da teoria evolutiva para debates contemporâneos acerca da viabilidade de projectos cosmopolitas. Com o seu trabalho acerca de cosmopolitismo contribui ainda para o projecto da FCT Cosmopolitanism: Justice, Democracy and Citizenship without Borders [PTDC/FER-FIL/30686/2017], que integra.

A Cultura Cosmopolita não é Fragmentária, mas os Estados-Nação Fragmentam Culturas

Partindo do pressuposto liberal de que a autonomia é fundamental, uma análise do multiculturalismo cosmopolita permite-nos concluir que direitos etno-culturais não são distintos do direito à liberdade religiosa, tendo como consequência que a realização da ideia romântica do Estado-nação é reprovável. 
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