Author: Ricardo Geraldes

Nasceu em Lisboa no ano de 1977. Estudou fotografia na Escola de Arte Independente Ar.Co (2003-2004) e na Escola de Artes Visuais Maumaus (2002-2003). Conclui em Junho de 2014 a licenciatura em Ciências da Comunicação na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (FCSH-UNL), tendo fotografia e imagem como seus principais objectos de estudo. Trabalha regularmente em foto-reportagem e fotografia de autor desde 2002. É actualmente professor de teoria e prática da fotografia na MArt: Escola de Artes.

Enquadrando o Real

Qualquer tipo de imagem produzida, e reproduzida, deve ser tomada como uma delimitação espacial (e temporal), cuja potência máxima é a exponenciar a experiência, e neste desenrolar, tanto histórico como ficcional, a fotografia e o cinema colocaram em quadro mais uma forma de ver e viver o mundo. 
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Esteticização do Mecanismo: «Plateau», de Paulo Lisboa

Mestres das máquinas, operadores, inspectores e supervisores – os seres humanos sempre pensaram estar ao comando da técnica – veja-se esta paradigmática «mensagem da indústria para si».

 

Mas da mesma maneira que se encara a técnica como um veículo de auxílio e emancipação, surgem, com a mesma proporção, as reacções mais negativas que, para Gilbert Simondon, mais não são do que produto da imaginação: «In this case, then, once through an imaginative process the machine has become a robot, a duplicate of man, but without interiority, it is quite evidently and inevitably nothing other than a purely mythic and imaginary being. 
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