Category: 22-23

Sonoridades (Fevereiro a Dezembro de 2015)

Esses sons que nos seduzem…

Esses sons que nos seduzem, espaços cósmicos povoados por intangíveis, formas mutantes e efémeras, fumarolas de ideia, etéreos e permanentes, fabricados para o prazer do ouvido, os sons esfumam-se e desaparecem, deixando traços na memória, moldando a imaginação… 
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O Pêndulo de Reich: Desaceleração Intensiva

Pendulum Music (1968) de Steve Reich1, é uma peça na qual o tempo do relógio é fundamental no desenvolvimento da noção de desaceleração em música. Aí, Reich explora o feedback enquanto mecanismo de produção de som, bem como o movimento e suas implicações musicais. 
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Rádio, Arte e Política: Uma Conversa com Mauro Sá Rego Costa

Mauro Sá Rego Costa, de quem publicámos neste número da Interact o artigo «O Rádio como Corpo sem Órgãos», é professor associado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Doutorado em Educação (UFRJ, 1994) e mestre em comunicação (UFRJ, 1983). 
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O Rádio como Corpo sem Órgãos

«O Rádio como Corpo sem Órgãos» pensa o Rádio a partir desta expressão de Antonin Artaud: rádios livres, rádios criadas por coletivos loucos, e diferentes formas de rádio-arte e arte sonora, desde a primeira radiofonia alemã e as paisagens sonoras. 
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A Estética da Opacidade na Lírica Feminina Musical: O Embate Indissolúvel entre o Analógico e o Digital nos Ecos da Alteridade

Este trabalho objetiva elucidar elementos comparativos entre a estética musical de duas compositoras da música popular contemporânea: Elizabeth Fraser (cantora escocesa) e Adriana Calcanhoto (cantora brasileira). O estudo comparativo pretende analisar como as duas artistas empregam um filtro interpretativo feminino contemporâneo para se compreender a realidade do mundo. 
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Dos Lugares Invisíveis

A invisibilidade do som é uma das razões pelas quais os projetos de planeamento urbano negligenciam uma reflexão sobre as variáveis acústicas, mas a qualidade do ambiente sonoro é um tema universal e é algo que nos afecta a todos. 
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Dispositivos Sonoros: O Uso de Gravações de Som como Ferramenta Metodológica para a Compreensão das Relações entre Sonoridades, Espaços e Eventos

O trabalho discute o uso de gravações de som como ferramenta metodológica para investigação das relações sonoridades/espaços. Procura estabelecer conexões entre arte e ciência, relatando o processo de composição de dispositivos sonoros que oferecem formas audíveis de conhecimento. 
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O Som em Bits: A Repercussão das Plataformas Digitais na Música

A rapidez e eficiência do armazenamento e transmissão de matéria por via digital coaduna-se com o estado primário de união dos espíritos que a música e a cultura oral pareciam oferecer. Contudo, a actividade contemporânea de «ouvir música» tornou-se uma experiência seccionada, codificada pela semântica dos géneros musicais e das teorias da classificação. 
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Foley Acusmático: Motivos Sonoros

«Foley Acusmático» é um projecto que conjuga dois campos sonoros distintos, defendendo-os como conceptualmente análogos. O estudo do «objecto sonoro» permite esta articulação, conduzindo-nos ao desenvolvimento do conceito de motivo sonoro sob uma perspectiva musical. 
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O Naufrágio como Metáfora da Contingência: Um Ensaio a partir de «The Sinking of the Titanic» (1969) de Gavin Bryars

Entre os relatos dos pavores que tornariam inesquecível o naufrágio da noite de 15 de Abril de 1912, houve uma imagem redentora: a da pequena orquestra que terá tocado até ao último momento possível, enquanto o Titanic se afundava.  
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Pareidolia: Glitch-Evento, Metodologia e Espectro

O mundo atual desdobra-se num conjunto de dispositivos, técnicos, tecnológicos e de mediação espectral, rádio, TV, net das coisas e dispositivos móveis, assente numa lógica de operatividade performativa, regular, sincronizada, onde o erro é o desvio que se tenta anular, numa procura de controlo dos mecanismos e dispositivos que o geram e permitem, perpetuando este estado de funcionalidade anti-entrópica e anti-redundante. 
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