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Hortas & Ecos (Abril a Setembro de 2017)

Soneto Ecológico: Um Projeto de Poesia Ambiental

O «Soneto Ecológico» é um poema sobre a natureza «escrito» com elementos da própria natureza: árvores. Trata-se de uma obra de land art constituída por 70 árvores organizadas por 14 filas com 5 árvores cada, correspondendo aos 14 versos da estrutura do soneto, distribuídas por duas quadras e dois tercetos, sendo as rimas efetuadas por árvores da mesma espécie. 
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Ecocídio

Verão de 2005 nas margens do Alva: como em tantos outros anos e nas margens de outros rios, ou nas encostas e sopés das serras, somos testemunhas impotentes de tragédias ecológicas que podem ser evitadas mas cujo controlo nos escapa. Em fuga para a sombra tentamos superar a desgraça que desgasta a alma e o ânimo. 
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Mapa de uma Paisagem Comestível

Em Marvila, as hortas são um vestígio de ruralidade resgatada ao tempo e ao espaço da cidade. Através da análise de uma pintura, pretende-se refletir sobre o modo como um cidadão anónimo, com uma horta clandestina, transforma a paisagem urbana. 
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Hortas Comunitárias e Segurança Alimentar em Portugal

As hortas urbanas apresentam-se como uma possibilidade de integrar de novo a Natureza no quotidiano das pessoas que vivem na cidade, ao mesmo tempo que se fortalece a economia e a coesão social das comunidades locais. Este texto baseia-se num estudo do impacto das hortas urbanas na redução da fome em Portugal, de 2004 a 2012, evidenciando o seu potencial como instrumento de política económica e social para melhorar as condições de vida das comunidades mais pobres em Portugal. 
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A mais Excellente Orta que no Mundo se Posa Achar

Para o comum cidadão, hortas são couves; para um industrial da Póvoa, são estufas, mercados e tecnologias; para um activista, são uma arena para a participação cidadã e para a luta contra o capitalismo. Sabe-se que estão na moda. O que serão ao certo? 
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