Plateau

Nesta edição da Interact, a secção Laboratório apresenta o registo vídeo da instalação «Plateau», de Paulo Lisboa. A instalação é composta por um projector de 16 milímetros e a sua projecção – literalmente a sua projecção: o artista furou cada frame de uma película que, quando posta em movimento, expõe os filamentos da incandescente lâmpada no interior do dispositivo graças ao efeito de câmara estenopeica. 
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Entrevista a Pascal Chabot

Catarina Patrício: Porquê o título Simondon du désert?
[Título do filme de François Lagarde, conduzido por Pascal Chabot, dedicado à obra de Gilbert Simondon. Trailer em http://www.youtube.com/watch?v=DB1pe_PFyq8]

 

CP: Segundo André Leroi-Gourhan, muito influente sobre o trabalho de Simondon, para os primeiros hominídeos «a mão libertada pela posição erecta chamou a si ferramentas». 
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Notas sobre a Mecanologia de Gilbert Simondon

Numa arrebatadora «inveja» do movimento natural do mundo, o Homem montou um «exército» de objectos por si talhados, perigosos mas suficientemente domesticados, prontos para consigo manobrar e tornear as curvas da Terra, disse Marinetti1. Longe de considerar a técnica como instaladora de domínio e controlo do ser humano sobre o mundo natural, na mecanologia de Gilbert Simondon a técnica vive na ressonância entre natureza e sujeito, assumindo-se como a interface que quebra a clássica bipolaridade entre sujeito e objecto. 
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Video-Cartas

Neste número da Interact o desafio para a área «Ensaio» foi a gravação de vídeo-cartas-ensaio, ou seja, ensaios compostos de textos ditos e gravados directamente pelo autor, que servissem de  correspondência com um outro autor, criando um diálogo entre os dois ensaístas. 
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Noite

O vídeo apresentado contém imagens projetadas durante o espetáculo «Noite», de Amélia Bentes. É da autoria de André Sier, também co-criador do espetáculo. A banda sonora é de João Monteiro.
A documentação relativa ao espetáculo original pode ser encontrada em http://www.ameliabentes.com/noite.html

Ficha Artística

Direção e Conceção Amélia Bentes | Interpretação e co-criação Amélia Bentes, André Sier (vídeo e som), ?Lex (câmara em tempo real, manipulação de cena, pré-gravação de vídeo) | Dramaturgia Sofia Neuparth | Figurinos Amélia Bentes, Lidija Kolovrat | Banda Sonora João Monteiro | Música Domestic Portuguese Tracks | Consultoria de Luzes Cristina Piedade | Cenografia Rita Sampaio | Assistente de Ensaios Iara Ferreira | Direção Técnica Raul Seguro | Fotografia Catarina Araújo | Produção Circular Ar | Produção Executiva CBTM | Co-Produção Associação Trampolim e Centro em Movimento

Apoios

Ministério da Cultura e IPAE | CENTA (Vila Velha de Ródão) | Danças na Cidade | Faculdade de Motricidade Humana | Escola Superior de Dança | Atlético de Moscavide  
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Me Myself and I: A Ciberformance no Metaverso

Frame de Me Myself and I: Vídeo-arte a partir de performance no Second Life e de imagem real, 2010.

Frame de Me Myself and I: Vídeo-arte a partir de performance no Second Life e de imagem real, 2010.


Frame de Me Myself and I: Vídeo-arte a partir de performance no Second Life e de imagem real, 2010.

Frame de Me Myself and I: Vídeo-arte a partir de performance no Second Life e de imagem real, 2010.

 
Me Myself and I, um work in progress, é um projecto de performance desenvolvido entre o Second Life e o primeiro mundo. 
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(Des)Materialização do Corpo na Cultura Digital

O desafio central que nos coloca Anna Munster em Materializing New Media: Embodiment in Information Aesthetics (Hanôver, New Hampshire, University Press of New England, 2006), obra intimamente ligada à performance digital como uma forma estética, ética, política e social (caótica, indeterminada e híbrida) de resistência aos modos dominantes de uma cultura de informação (racional, eficaz, produtiva) «silenciadora» de novas modalidades do corpo, do espaço e do lugar, do tempo vivo e «ao vivo», do som, do biológico, da vida e do viver desligadas de uma enraizada e limitativa tradição cartesiana (se amamos o computador amamos Descartes, se amamos Descartes ficamos com pouco espaço para a coexistência do corpo com o digital e do digital com o biológico) -– é a formulação de uma genealogia radicalmente diferente, conceptual e estética, para as estéticas da informação na era digital, uma genealogia que evidencie a materialidade dos novos media
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Futurismo: Na Génese da Performance Digital

«Enquanto as distinções entre a arte da performance e outros novos media são hoje bastante difusas, requerendo novas terminologias, novas maneiras de descrever «performance» neste contexto de trabalho altamente dramático e performativo, é bem claro que o motor histórico da arte e da estética contemporânea é o da história da performance e que ela começa com os futuristas.»

RoseLee Goldberg, in Art and Performance Live, 2004, p. 
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