Tag: Ensaio

A Cultura Cosmopolita não é Fragmentária, mas os Estados-Nação Fragmentam Culturas

Partindo do pressuposto liberal de que a autonomia é fundamental, uma análise do multiculturalismo cosmopolita permite-nos concluir que direitos etno-culturais não são distintos do direito à liberdade religiosa, tendo como consequência que a realização da ideia romântica do Estado-nação é reprovável. 
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O Fragmento e a Alegoria como aportes teóricos: guias de concepção do pensamento crítico de Jean Baudrillard

O fragmento está inteiramente presente na construção do pensamento anárquico-crítico do filósofo francês Jean Baudrillard. Sua escrita fragmentária é antídoto ao fomento de ideologias hegemônicas e manipuladoras, presentes nos media. Pela estética fotográfica, Baudrillard vislumbra imagens fragmentárias para desmontar o sistema que oculta valores, verdades e intencionalidades. 
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A Autonomia do Fragmento no Desenho

O presente ensaio propõe-se pensar o fragmento no contexto do desenho, procurando inscrever a questão no âmbito do debate imagético. Apoiado numa análise de obras selecionadas, argumenta-se que, a partir do final do séc. XIX, o fragmento passa a ser utilizado de forma ativa e autossuficiente. 
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O Precário Absoluto

A reflexão romântica sobre o fragmento transformou as noções de obra e de autor, pensando pela primeira vez a leitura como questão. A ideia de fragmento como devir mantém-se presente na teoria contemporânea e afecta inúmeras práticas artísticas modernas. 
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O Fragmento como Fratura

O Fragmento como Fratura é um pequeno artigo que procura pensar o fragmento como uma fratura involuntária (uma perspetiva dialética e histórica) e como uma fratura voluntária (presente, em especial, no pensamento romântico alemão). 
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Produção Multimídia e Software Livre: das redes distribuídas à estética da multidão

O texto intenta uma análise sobre as novas formas de compartilhamento de bens culturais viabilizados com a Internet, ao mesmo tempo que se dedica à elaboração teórica sobre a diferenciação ontológica de objetos digitais, considerando um novo fenômeno de consumo e circulação de bens culturais rumo ao que poderíamos chamar de estética da multidão. 
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O cuidar dos não humanos: indignações reticulares diante da misoginia in-game em Red Dead Redemption 2

A ideia de jogar videogame sempre se mostrou vinculada ao imaginário coletivo sob noções parciais da ordem do mero lazer, bem como de uma ineficácia actancial dentro da vida cotidiana, ou do mundo social-histórico, em detrimento de linguagens midiáticas “mais sérias”. 
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Novos média e novas formas de acção na arte

Decorrendo do modo como a arte dos novos média se instala no espaço físico e virtual na forma de acção, performance, movimento e acontecimento, este artigo propõe uma análise da mesma em relação ao activismo.

Revisitam-se o artivismo e os conceitos de recepção, obra aberta e experiência estética e propõe-se que as artes tecnológicas formam um espectador activo e instalam novos quadros de acção, interacção e participação. 
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Net-ativismo no Brasil: Análise do Movimento #MariellePresente

O ensaio investiga a constituição do movimento que surgiu após o assassinato da vereadora Marielle Franco no Brasil como ação net-ativista. #MariellePresente é um exemplo de movimento de reinvindicação que nasceu na web e chegou aos espaços físicos. O propósito é mapear a conversação em rede que se estabeleceu a partir da mobilização dos internautas na rede social Twitter. 
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Movimentos Imaginados, Corpos em Trânsito

Apreender as «mudanças do universo», com movimentos imaginados, com operações da imaginação, evoluir no espaço e no tempo, é o que faz a dança de Yvonne Rainer com o corpo e com as «obsessões da imaginação». 
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Mapa de uma Paisagem Comestível

Em Marvila, as hortas são um vestígio de ruralidade resgatada ao tempo e ao espaço da cidade. Através da análise de uma pintura, pretende-se refletir sobre o modo como um cidadão anónimo, com uma horta clandestina, transforma a paisagem urbana. 
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