Tag: Interfaces

Futurismo: Na Génese da Performance Digital

«Enquanto as distinções entre a arte da performance e outros novos media são hoje bastante difusas, requerendo novas terminologias, novas maneiras de descrever «performance» neste contexto de trabalho altamente dramático e performativo, é bem claro que o motor histórico da arte e da estética contemporânea é o da história da performance e que ela começa com os futuristas.»

RoseLee Goldberg, in Art and Performance Live, 2004, p. 
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Cenário, Imaginário e Obsolescência: A Cidade Moderna e a Cidade Pós-Moderna através de «Loving the Alien» (David Bowie, 1985)

Realizado por David Mallet em 1985, o videoclip da faixa de David Bowie «Loving the Alien» (do álbum Tonight) tem como cenário dois casos distintos de cidade. A Cidade aqui abordada (ou melhor, a sua imagem) consiste numa cidade inventada e imaginária, do foro do onírico e do metafísico versus uma cidade pós-industrial destruída e arruinada. 
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O Mundo Interior e Exterior das Metamorfoses Flutuantes

1.1

Numa compilação de múltiplas efectivações e figurações do corpo ao longo da cultura contemporânea surge um conjunto de considerações transdisciplinares que o assumem como um objecto sobejamente preponderante mas que, paralelamente, questionam a crescente assumpção da sua possível obsolescência. 
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A Viagem Imóvel: Fotografia e Experiência do Deslocamento

No conto «O Aleph», Jorge Luís Borges revela-nos a escrita de um poema intitulado Terra, constituído por uma extensão interminável de estrofes que aspiram a descrever a totalidade do planeta. Na sua elaboração, o poeta (Daneri) utiliza o aleph, um objecto privado que corresponde a um ponto no espaço onde se vêm todos os outros pontos, o único sítio onde todos os outros sítios podem ser vistos. 
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«Aquele Lugar fora do Mundo»: Geografia, História, Ficção

Os viajantes são consabidos mentirosos. Não foram, contudo, as suas mentiras que motivaram o interesse das áreas dos estudos literários e culturais ao longo das últimas três décadas, mas sim as fronteiras frágeis e ambíguas que demarcam o território habitual da literatura de viagens: verdade e mentira, facto e ficção, Geografia, História e Literatura, todas parecem fundir-se ali num discurso consensualmente híbrido. 
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